Proteção Radiológica, Proteção Radiológica, Barita, Argamassa Baritada, Negatoscópio, Saúde, Chassi Radiográfico, Radioterapia, Saúde, Radiologia, Medicina Nuclear, Técnico Radiologia, CNEN, Portaria 453, Projeto de Barreiras e Blindagens, Raio X, Raios X, Radiologia Odontológica, Radiologia Médica, Renato Atir Bacchiega Ghilardi, rxnet, carp, grx, konex, kodak, manutenção raio x, programa de garantia de qualidade, unfors, cardinal, nuclear tech, medintec, dosimetria pessoal, dosímetro, odontologia, medicina, biosegurança em radiologia, equipamentos usados, radiodiagnóstio, acelerador linear, peças, Thomaz Ghilardi Netto, usp, universidade, unicamp, hospital, veterinário, congresso, vendas, peças raio x, levantamento radiométrico, controle de qualidade, radiação de fuga, vigilância sanitária, ministério da saúde, laudos raio x, cursos, treinamento, radiação, história, física médica, tecnólogo, tipos de radiação, radiologia diagnóstica, blindagem raio x, aparelhos de raio x, mamógrafo, tomógrafo, raio x convencional, dabi atlante, gnatus, meditronix, filmes, luz, biombo, portas, placas de chumbo, manta de chumbo, projetos de proteção radiológica, hemodinâmica, computadorizada, aparelhos de ressonância magnética, monitores de radiação, detector, detectores, fábrica, radiometria, radiômetro, segurança do trabalho, radioativo, material, máquina, são paulo, brasil, plano, geiger, empresa, licitação, compras, são paulo, lider, brasília, salvador, campinas, porto alegre, curitiba, porto velho, engenharia, são carlos, araraquara, rio claro, manaus, ribeirão preto, chassi, chumbo, físicos médicos, engenharia, distribuição, construtora, clínica, clínicas, tratamento, saúde, software, site, sites.

   ## Resolução - RDC nº 307, de 14 de novembro de 2002
    D.O.U de 18/11/2002


Altera a Resolução - RDC nº 50 de 21 de fevereiro de 2002 que dispõe sobre o Regulamento Técnico para planejamento, programação, elaboração e avaliação de projetos físicos de estabelecimentos assistenciais de saúde.
 

O Diretor Presidente-Substituto da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso da atribuição que lhe confere a portaria 646, de 7 de novembro de 2002, tendo em vista o inciso IV, art. 13 do Regulamento da ANVISA aprovado pelo Decreto nº 3.029, de 16 de abril de 1999,
considerando a urgência do assunto,
adoto, ad referedum, a seguinte Resolução de Diretoria Colegiada e determino a sua publicação:

Art. 1º As considerações da Resolução - RDC nº 50 de 21 de fevereiro de 2002 passam a vigorar com a seguinte redação:
................
considerando a Portaria GM/MS nº 554 de 19 de março de 2002 que revogou a Portaria n. º 1884/GM, de 11 de novembro de 1994 do Ministério da Saúde;
Adota a seguinte..................

Art. 2º O Regulamento Técnico contido na Resolução - RDC nº 50 de 21 de fevereiro de 2002 passa a vigorar com a seguinte redação:
 

 

PARTE I - PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAÚDE
 

1. ELABORAÇÃO DE PROJETOS FÍSICOS
Nos casos não descritos nesta resolução, são adotadas como complementares as seguintes normas:
- NBR 6492 - Representação de projetos de arquitetura
- NBR 13532 - Elaboração de projetos de edificações - Arquitetura.
- NBR 5261 - Símbolos gráficos de eletricidade - Princípios gerais para desenho de símbolos gráficos;
- NBR 7191 - Execução de desenhos para obras de concreto simples ou armado;
- NBR 7808 - Símbolos gráficos para projetos de estruturas;
- NBR 14611 - Desenho técnico - Representação simplificada em estruturas metálicas.
- NBR 14100 - Proteção contra incêndio - Símbolos gráficos para projetos.
 

 

PARTE II - PROGRAMAÇÃO FÍSICO-FUNCIONAL DOS ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAÚDE
 

2. ORGANIZAÇÃO FÍSICO FUNCIONAL
2.2- Listagem de Atividades
..........
ATRIBUIÇÃO 4: PRESTAÇÃO DE ATENDIMENTO DE APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA
..........
4.10.5-fazer o preparo dos radioisótopos;
4.10.6-realizar o processamento da imagem;
4.10.7-aplicar radiações ionizantes (Raios X, Gama, etc.) para fins terapêuticos através equipamentos apropriados;
4.10.8-manter em isolamento paciente em terapia com potencial de emissão radioativa; e,
4.10.9-zelar pela proteção e segurança dos pacientes, operadores e ambientes.
 

3 - DIMENSIONAMENTO, QUANTIFICAÇÃO E INSTALAÇÕES PREDIAIS DOS AMBIENTES
 

UNIDADE FUNCIONAL: 1- ATENDIMENTO AMBULATORIAL

N. º ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO (min.)

.

1.1 a 1.5

Ações Básicas de Saúde

.

.

.

1.11

Sala de inalação individual

1, obrigatório em unidades p/ tratamento de AIDS

3,2 m²

HF;FAM; FO;E

1.7

Consultórios ¹

.

.

.

1.7; 1.8

Consultório indiferenciado

NC>(A.B): (C.D.E.F.) *

7,5 m²com dim. mínima>2,2 m

HF


Vide Portaria Conjunta MS/GAB nº 1 de 02/08/00 sobre funcionamento de estabelecimentos privados de vacinação e Portaria MS/GAB nº 44 de 10/01/01 sobre hospital-dia no âmbito do SUS.
¹ Admitem-se consultórios agrupados sem ambientes de apoio, desde que funcionem de forma individual. Nesse caso os ambientes de apoio se resumem a sala(s) de espera e recepção e sanitário(s) para público e, caso haja consultórios de ginecologia, proctologia e urologia, sanitário para pacientes anexo a esses.
² Quando o EAS possuir unidade de internação, esta pode ser utilizada para manutenção de pacientes em observação pós-cirurgia ambulatorial.
Obs: Os outros ambientes necessários à realização das atividades 1.9 e 1.10 encontram-se nas tabelas específicas - Apoio ao diagnóstico e terapia.
..................
 

UNIDADE FUNCIONAL: 2 - ATENDIMENTO IMEDIATO
 

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

2.1;2.2

Atendimentos de Urgência e Emergência

.

.

.

.

Urgências (baixa e média complexidade)

.

.

.

2.1.4; 2.1.5

Sala de inalação

1

1,6 m² por paciente

HF;FAM; FO;EE

2.1.5; 2.1.7

Sala de observação

1 quando não existir a unidade de emergência

8,5 m² por leito

HF;EE

2.1.4

Posto de enfermagem e serviços

.

6,0 m²

HF;EE


AMBIENTES DE APOIO:
Urgência ( baixa e média complexidade )
...........................
-Área para guarda de macas e cadeira de rodas
- Rouparia
..........................

UNIDADE FUNCIONAL: 2 - ATENDIMENTO IMEDIATO

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

2.1;2.2

Atendimentos de Urgência e Emergência (cont.)

.

.

.

.

Urgências (alta complexidade) e Emergências

.

.

.

2.2.1; 2.2.3 a 2.2.6

Sala de emergências (politraumatismo, parada cardíaca, etc)

1

12 m²por leito (2 leitos no min.), com distância de 1 m entre estes e paredes, exceto cabeceira e pé do leito > 1,2 m. Pé-direito mínimo > 2,7 m

HF;FO; FN;FVC; FAM; AC;EE


AMBIENTES DE APOIO (deve-se acrescer os ambientes de apoio da urgência de baixa e média complexidade):
Atendimento de Urgência e Emergência
...............................
-Sala/área para estocagem de hemocomponentes ²
...........................

UNIDADE FUNCIONAL: 3 - INTERNAÇÃO

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

3.1

Internação geral (lactente, criança, adolescente e adulto) ¹

.

.

.


AMBIENTES DE APOIO:
-Sala de utilidades
-Banheiro para acompanhantes na pediatria (quando existir enfermaria)
......................
Obs: - O posto pode se apresentar dividido em sub-unidades. Neste caso deve haver ao menos uma sala de serviço a cada 30 leitos. Estas sub-unidades podem ter variações quanto à dimensão mínima.
- .......................
- Para internação de transplantados de medula óssea é exigida uma sub-unidade exclusiva, com capacidade de no mínimo 3 quartos individuais com filtragem absoluta do ar interior no caso de transplantados alogênicos e um sub-posto de enfermagem. Os ambientes de apoio poderão ser compartilhados com os da unidade de internação, desde que no mesmo pavimento. Vide Portaria MS/GAB nº 1316 de 30/11/00 - Regulamento Técnico para transplante de medula óssea e outros precursores hematopoéticos.
AMBIENTES DE APOIO:
Internação de recém-nascido - neonatologia ( unidade de acesso restrito):
...........................
Obs.: - ...................................
² A área de cuidados e higienização de lactente deve possuir uma pia de despejo.
.................................
 

UNIDADE FUNCIONAL: 3 - INTERNAÇÃO (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

3.3

Internação intensiva-UTI / CTI (1)

É obrigatória a existência em hospitais terciários e em hospitais secundários com capacidade ³ 100 leitos, bem como nos especializados que atendam pacientes graves ou de risco e em EAS que atendam gravidez /parto de alto risco. Neste último caso o EAS deve dispor de UTIs adulto e neonatal.

.

.

3.3.1 à 3.3.3; 3.3.5; a 3.3.7

Quarto (isolamento ou não)

Mínimo de 5 leitos podendo existir quartos ou áreas coletivas, ou am-bos a critério do EAS. O nº de leitos de UTI deve corresponder a no mí-nimo 6% do total de leitos do EAS.

10,0 m²com distância de 1 m entre paredes e leito, exceto cabeceira e pé do leito > 1,2 m .

HF;FO;FAM;AC; EE;FVC;ED;E

3.3.1 à 3.3.3; 3.3.5; à 3.3.7

Área coletiva de tratamento ( exceto neonatologia )

Deve ser previsto um quarto de isolamento para cada 10 leitos de UTI, ou fração.

9,0 m² por leito com distância de 1 m entre paredes e leito, exceto cabeceira e de 2 m entre leitos e pé do leito > 1,2 m (o espaço destinado à circulação da unidade pode estar incluído nesta distância).

HF;FO;FAM;AC; EE;FVC;ED

5.3.1; 5.3.2

Sala de higienização e preparo de equipamentos / material

1. Dispensável se esta atividade ocorrer na CME

4,0m² com dimensão mínima igual a 1,5 m

HF

 

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

4.1

Patologia Clínica

.

.

.

4.1.6

Sala para lavagem e secagem de vidrarias

1. Exclusiva para laboratórios de apoio a atividades hemoterápicas

3,0 m²

HF


AMBIENTES DE APOIO:
 

Área para registro de pacientes

Depósito de material de limpeza

Sala de espera para pacientes e acompanhantes

CME simplificada (opcional para laboratórios de apoio a atividades hemoterápicas)


....................
Obs:.......................
¹ A atividade de suporte laboratorial é obrigatória nas UTI e UTQ. Entretanto para o exercício dessa atividade podem existir ou não laboratórios específicos nas unidades caso contrário esta atividade pode ser feita pelo laboratório central.
........................

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

4.2

Imagenologia ¹

.

.

.

4.2.5.a

Radiologia

.

.

.

4.2.2

Sala de preparo de pacientes

.

6,0 m²

HF

4.2.2

Sala de indução anestésica e recuperação de exames

.

Distância entre macas(s) igual a 0,8 m e entre maca(s) e paredes, exceto cabeceira, igual a 0,6 m. e pé do leito > 1,2 m (o espaço destinado à circulação da unidade pode estar incluído nesta distância).

HF;FO;FN;FAM;FVC;EE;ED

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

4.2

Imagenologia ¹

.

.

.

4.2.5.b

Hemodinâmica

.

.

.

4.2.4

Área de escovação (degermação cirúrgica dos braços)

2 torneiras para cada sala de exames

1,10 m² por torneira com dim. mínima > 1,0 m

HF


AMBIENTES DE APOIO:
Imagenologia:
Hemodinâmica ( unidade de acesso restrito):

-Sanitário com vestiário para funcionários (barreira). Se houver mais de uma sala de exames e terapias deverão existir dois sanitários (mas. e fem.)

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

4.2

Imagenologia

.

.

.

4.2.5.c

Tomografia ¹

.

.

.

4.2.7

Sala de indução e recuperação anestésica (para litotripcia)

1

Distância entre leito(s) igual a 0,8 m e entre leito(s) e paredes, exceto cabeceira, igual a 0,6 m e pé do leito > 1,2 m.

HF;FO;FVC; FAM;EE;ED

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

4.2

Imagenologia -cont.

.

.

.

4.2.5.e

Ressonância magnética

.

.

.

4.2.5.g

Outros

.

.

.


AMBIENTES DE APOIO:
Ressonância Magnética: Vide radiologia
AMBIENTES DE APOIO: Vide radiologia
Endoscopia Digestiva e Respiratória:
² Unidades com uma única sala de exames poderão exercer as atividades 4.2.1,4. 2.7 e 4.2.8 na sala de exames e procedimentos. Nesse caso dispensa-se o consultório e as salas de recuperação e de laudos.
AMBIENTES DE APOIO:
Medicina nuclear:

-Sala de utilidades
-Rouparia
 

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

4.6

Centro Cirúrgico ¹

.

.

.

4.6.3

Área de escovação (degermação cirúrgica dos braços)

Até 2 salas cirúrgicas > 2 torneiras por cada sala. Mais de 2 salas cirúrgicas > 2 torneiras a cada novo par de salas ou fração

1,10 m² por torneira com dim. mínima > 1,0 m

HF;HQ


AMBIENTES DE APOIO:

Centro Cirúrgico ( unidade de acesso restrito): .................

-DML

*-Área para guarda de macas e cadeira de rodas

..................

- Sala de distribuição de hemocomponentes (¿in loco¿ ou não)

*-Sala de biópsia de congelação

*-Sala de preparo de equipamentos / material

 

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

4.7

Centro Obstétrico (Partos cirúrgicos e normais)

A depender da demanda, e por questões operacionais, c. cirúrgico e obstétrico podem constituir-se em uma única unidade física

.

.

4.7.5

Área de escovação (degermação cirúrgica dos braços)

Até 2 salas cirúrgicas > 2 torneiras por cada sala. Mais de 2 salas cirúrgicas > 2 torneiras a cada novo par de salas ou fração

1,10 m² por torneira com dim. mínima > 1,0 m

HF;HQ

4.7.11

Área para assistência de R.N.

1. Pode ser sala ou área fora da sala de parto. Caso a atividade se realize

6,0 m² para até 2 salas de parto. Acrescer 0,8 m² para cada sala adicional

HQ;FAM;FO; FVC;EE;ED

4.7.11

Sala para assistência de R.N.

Com um berço aquecido na sala de parto, dispensa-se este ambiente.

.

.

 

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO(min.)

.

4.7

Centro de Parto Normal - CPN

Pode ser adotado unicamente para partos normais ¿sem risco¿, quando se fizer uso da técnica PPP (pré-parto/parto/pós-parto natural). Não exclui o uso do centro obstétrico para os demais partos no próprio EAS ou no de referência. A distân-cia até esse EAS de referência deve ser vencida em no máximo 1 hora

.

.

4.7.3; 4.7.6; 4.7.8; 4.7.11; 4.7.12

Salão com:

Salão com no máximo 10 boxes/ salas. CPN isolados não poderão ado-tar a solução de boxes individuais

.

HF;FO;FVC;

.

Box/Sala para pré-parto/parto/pós-parto (PPP)

1

10,5 m² com dimensão mínima igual a 3,2 m. Nº máximo de leitos por sala >1

FAM;EE

.

Área de (degermação cirúrgica dos braços)

1 lavabo a cada 2 boxes/s. de PPP

1,10 m² por torneira com dim. mínima > 1,0 m

HF

.

Área de prescrição

Obrigatório somente para CPN isolados

2,0 m²

 

.

Posto de enfermagem e serviços

1 a cada 10 boxes/salas de PPP. Op-tativo no caso de CPN isolados

6,0 m²

HF;EE

 

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO (min.)

.

4.8

Reabilitação

.

.

.


Vide Portaria MS 818/2001

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)
 

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO (min.)

.

4.9

Hemoterapia e Hematologia

.

.

.

4.9.12

Laboratório de controle de qualidade do produto final

1 (in loco ou não)

10,0 m²

HF;ED;ADE


AMBIENTES DE APOIO:
Hemoterapia e Hematologia:

- Sala para lavagem e secagem de vidrarias5

5 Quando existir a atividade 4.9.8 no estabelecimento. Vide tabela Patologia clínica.
 

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO (min.)

.

4.10

Radioterapia ¹

.

.

.

4.10.4

Sala de planejamento e física médica

1

12,0 m²

.

4.10.5

Sala de preparo e armazenagem de fontes

1

3,0 m²

HF

4.10.7; 4.10.8

Salas de terapia - Bomba de cobalto - Braquiterapia de baixa taxa de dose - Braquiterapia de média taxa de dose - Braquiterapia de alta taxa de dose - Acelerador linear - Ortovoltagem (Raios X - terapias superficial e profunda)

1. O nº de salas e o tipo destas, depende da capacidade de produção dos equipamentos, da demanda de terapias do estabelecimento e do tipo de atividades a serem desenvolvidas.

A depender do equipamento utilizado

FO;FAM;AC;EE; FVC;ED;ADE


AMBIENTES DE APOIO:
 

Sala de utilidades*

Copa


-Quarto de internação (localizado na unidade de internação - vide tabela Internação)

UNIDADE FUNCIONAL: 4 - APOIO AO DIAGNÓSTICO E TERAPIA (cont.)

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO (min.)

.

4.12

Diálise ¹

.

.

.

4.12.5

Área para lavagem de fístulas

1 lavabo a cada 25 l. ou poltronas

1,10 m² por lavabo

HF


¹ Vide Portaria nº 82 de 03/01/00 do Ministério da Saúde, publicada no DOU de 08/01/00
 

UNIDADE FUNCIONAL: 5 - APOIO TÉCNICO

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO (min.)

.

.

Lactário

Deve existir em EAS que possuam atendimento pediátrico

EAS com até 15 leitos pediátricos, pode ter área mínima de 15,0 m² com distinção entre área suja e limpa, com acesso independente à área limpa feito através de vestiário de barreira

.

5.1.22

Sala composta de: Área para recepção, lavagem de mamadeiras e outros utensílios

1

8,0 m²

HF;HQ;ADE;CD

.

Área para desinfecção de alto nível de mamadeiras

1

4,0 m²

ADE

5.1.22

Área para esterilização terminal

.

1,0 m²

.

UNIDADE FUNCIONAL: 5- APOIO TÉCNICO

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO (min.)

.

5.3

Central de Material Esterilizado

Deve existir quando houver centro cirúrgico, centro obstétrico e/ou ambulatorial, hemodinâmica, emergência de alta complexidade e urgência. A unida-de pode se localizar fora do EAS

.

.

5.3.1;5.3.2

Sala composta de: Área para recepção, descontaminação e separação de materiais

1

0,08 m² por leito com área mínima de 8,0 m²

HF;HQ;E; ADE

.

Área para lavagem de materiais

1

.

.

.

.

.

.

.

5.3.3

Sala composta de: Área para recepção de roupa limpa

.

4,0 m²

.

5.3.4

Área para preparo de materiais e roupa limpa

1

0,25m² por leito com área mínima de 12,0 m²

.

5.3.5; 5.3.6

Área para esterilização física Área para esterilização química líquida

.

A depender do equipamento utilizado. Distância mínima entre as autoclaves > 20 cm

HF;E

5.3.5; 5.3.6;5.3.7

Sub-unidade para esterilização química gasosa ¹ - Área de comando - Sala de esterilização - Sala ou área de depósito de recipientes de ETO - Sala de aeração - Área de tratamento do gás

.

Comando > 2,0 m S. de esterilização > 5,0 m² Depósito > 0,5 m² S. de aeração > 6,0 m²

HF;AC;E

5.3.7;5.3.8

Sala de armazenagem e distribuição de materiais e roupas esterilizados

1

0,2 m² por leito com o mínimo de 10,0 m²

AC

.

-Área para armazenagem e distribuição de material esterilizado e materiais descartáveis

1

25 % da área de armazenagem de material esterilizado

.

5.3

Central de Material Esterilizado - Simplificada ²

Só pode existir como apoio técnico a procedimentos que não exija ambiente cirúrgico para sua realização. Neste caso pode-se dis-pensar a toda a CME, inclusive os ambientes de apoio, em favor dessa

.

.

4.1.5; 4.1.6; 5.3.1; 5.3.2; 5.3.9

Sala de lavagem e descontaminação

1 A sala de utilidades pode substituir esta sala ou vice-versa.

4,8 m²

HF;HQ

5.3.4; 5.3.5;5.3.6 5.3.7; 5.3.8;5.3.9

Sala de esterilização/estocagem de material esterilizado

1

4,8 m²

HF;E


Vide Manual do Ministério da Saúde - Processamento de Artigos e Superfícies em Estabelecimentos de Saúde.
AMBIENTES DE APOIO:
-Sanitários com vestiário para funcionários (barreira para as áreas de recepção de roupa limpa, preparo de materiais, esterilização e sala/área de armazenagem e distribuição - área limpa")
-Sanitário para funcionários (área "suja" - recepção, descontaminação, separação e lavagem de materiais). Não se constitui necessariamente em barreira à área suja. Os sanitários com vestiários poderão ser comuns às áreas suja e limpa, desde que necessariamente estes se constituam em uma barreira a área limpa e o acesso à área suja não sejam feitos através de nenhum ambiente da área limpa.
-Depósito(s) de material de limpeza (pode ser comum para as áreas "suja e limpa", desde que seu acesso seja externo a essas)
-Sala administrativa
-Área para manutenção dos equipamentos de esterilização física (exceto quando de barreira)
 

UNIDADE FUNCIONAL: 8 - APOIO LOGÍSTICO

Nº ATIV.

UNIDADE / AMBIENTE

DIMENSIONAMENTO

.

INSTALAÇÕES

.

.

QUANTIFICAÇÃO (min.)

DIMENSÃO (min.)

.

8.7

Limpeza e Zeladoria

.

.

.

8.9.1

Sala para equipamentos de geração de energia elétrica alternativa

1

De acordo com as normas da concessionária local e com o equipamento utilizado

EE;ED

PARTE III - CRITÉRIOS PARA PROJETOS DE ESTABELECIMENTOS ASSISTENCIAIS DE SAÚDE
 

4. CIRCULAÇÕES EXTERNAS E INTERNAS
4.3- CIRCULAÇÕES HORIZONTAIS
b) Portas
...................
As portas de banheiros e sanitários de pacientes devem abrir para fora do ambiente, ou permitir a retirada da folha pelo lado de fora, a fim de que sejam abertas sem necessidade de empurrar o paciente eventualmente caído atrás da porta. As portas devem ser dotadas de fechaduras que permitam facilidade de abertura em caso de emergência e barra horizontal a 90 cm do piso;
As portas das salas cirúrgicas, parto, quartos de isolamento e quartos ou enfermarias de pediatria devem possuir visores.
As maçanetas das portas devem ser do tipo alavanca ou similares.
4.4 - CIRCULAÇÕES VERTICAIS
c) Elevadores
Nos casos não descritos nesta resolução, são adotadas como complementares as normas da ABNT NBR-14712 - Elevadores elétricos - Elevadores de carga, monta-cargas e elevadores de maca - Requisitos de segurança para projeto, fabricação e instalação e NBR NM-207 - Elevadores elétricos de passageiros - Requisitos de segurança construção e instalação e aos dispositivos legais do Ministério do Trabalho, bem como às seguintes especificações adicionais:
e) Tubo de Queda
Só é permitido para uso exclusivo de roupa suja, sendo, portanto, proibida a utilização de tubulões ou tubos pneumáticos para o transporte de resíduos de serviços de saúde; e
............

5. CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE CONFORTO
5.2-CONFORTO ACÚSTICO
Há uma série de princípios arquitetônicos gerais para controle acústico nos ambientes, de sons produzidos externamente. Todos agem no sentido de isolar as pessoas da fonte de ruído, a partir de limites de seus níveis estabelecidos por normas brasileiras e internacionais. As normas para controle acústico a seguir devem ser observadas por todos EAS.
- Norma da ABNT: NBR 10.152níveis de ruído para conforto acústico e NBR 12.179 - Tratamento acústico em recintos fechados.
É necessário .....................
5.3-CONFORTO LUMINOSO A PARTIR DE FONTE NATURAL
Normas a serem seguidas: NBR 5413 - Iluminância de interiores.
Há demandas .................

6. CONDIÇÕES AMBIENTAIS DE CONTROLE DE INFECÇÃO
6.2-CRITÉRIOS DE PROJETO
..........................às diversas etapas do processo:
Nos casos não descritos nesta Resolução, é adotada como complementar a seguinte norma: NBR 13700 - Áreas limpas - Classificação e controle de contaminação.
B. PROJETO BÁSICO
B.1 Barreiras Físicas
Os vestiários em ambientes destinados à realização dos procedimentos citados têm de ser quantitativamente suficientes em relação à capacidade de atendimento dessas unidades, serem exclusivos às mesmas, dotados de lavatório(s) e de área de paramentação, além de chuveiros (c. cirúrgico e c. obstétrico), vaso sanitário .....................
B.2 Fluxos de Trabalho
B.2.2- Nutrição e Dietética.
A. Lactário:
Preparo
Preparo de fórmulas lácteas e não lácteas ->envaze de mamadeiras ->esterilização terminal de mamadeiras (opcional) `->distribuição.
Limpeza
Recebimento ->lavagem (enxaguar, escovar e lavar), desinfecção de alto nível de utensílios.
C. PROJETO EXECUTIVO
C.5 Elevadores, Monta-Cargas e Tubulões
.......................contendo as roupas.
É proibida a utilização de tubulões ou tubos pneumáticos para o transporte de resíduos de serviços de saúde.
C.9 Tubulações de instalações prediais
Nas áreas críticas e semicríticas todas as tubulações devem ser embutidas ou protegidas, de tal forma que permitam a perfeita higienização da superfície que as recobre sem por em risco a integridade da tubulação. Tubulações de água tratada para hemodiálise devem ser protegidas e acessíveis para manutenção.

7. INSTALAÇÕES PREDIAIS ORDINÁRIAS E ESPECIAIS
7.1. INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS (H)
7.1.1. Água Fria (HF)
Nos casos não descritos nesta resolução, são adotadas como complementares as seguintes normas: ABNT, NBR 5626 - Instalação Predial de Água Fria e Portaria n. º 82 de 03/02/00 do Ministério da Saúde, publicada no DOU de 08/02/00 sobre funcionamento dos serviços de terapia renal substitutiva.
7.1.2. - Água Quente (HQ)
Nos casos não descritos nesta resolução, é adotada como complementar a norma da ABNT, NBR 7198 Projeto e execução de instalações prediais de água quente.
7.1.3. Esgoto Sanitário (HE)
Nos casos não descritos nesta resolução, são adotadas como complementares as seguintes normas:
ABNT, NBR 8160 - Sistemas prediais de esgoto sanitário - projeto e execução;
NBR 7229 - Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos;
NBR 13.969 - Tanques sépticos - Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos - Projeto, construção e operação;
............
7.2. Instalações Elétricas e Eletrônicas (I)
Nos casos não descritos nesta resolução, são adotadas como complementares as seguintes normas:
ABNT NBR 13.534 - Instalações de elétrica em estabelecimentos assistenciais de saúde - requisitos de segurança, exceto a tabela B3 - Classificação dos locais, substituída pela listagem apresentada no item 7.2.1;
ABNT NBR 5413 - Iluminância de interiores.
7.2.1. Elétrica (IE)
TOMADAS
Quanto à enfermaria da unidade de internação geral e berçário de sadios - uma tomada para equipamento biomédico por leito isolado ou a cada dois leitos adjacentes, além de acesso à tomada para aparelho transportável de Raios X distante no máximo 15m de cada leito (esta tomada pode estar no próprio quarto ou enfermaria ou no corredor da unidade)
7.3 - INSTALAÇÕES FLUÍDO-MECÂNICAS (F)
Nos casos não descritos nesta Resolução, são adotadas como complementares as seguintes normas:
.........................
NBR 13.933 - Instalações Internas de gás natural (GN) - Projeto e Execução;
NBR 14 570 - Instalações internas para uso alternativo dos gases GN e GLP - Projeto e execução;
NBR 14.024 - Centrais prediais e industriais de gás liquefeito de petróleo (GLP) - Sistema de abastecimento a granel;
NBR 13.523 - Central predial de gás liquefeito de petróleo;
NBR 13.587 - Estabelecimento Assistencial de Saúde - Concentrador de oxigênio para uso em sistema centralizado de oxigênio medicinal.
7.3.3. Gases Medicinais (oxigênio, ar comprimido e óxido nitroso)
SISTEMAS DE ABASTECIMENTO
....................Os sistemas de tanques e/ou usinas concentradoras, devem manter suprimento reserva para possíveis emergências, que devem entrar automaticamente em funcionamento quando a pressão mínima de operação preestabelecida do suprimento primário for atingida ou quando o teor de oxigênio na mistura for inferior a 92%.
7.3.3.1.Oxigênio medicinal (FO)
SISTEMAS DE ABASTECIMENTO
c) Usinas concentradoras:
O terceiro sistema é constituído de máquinas acionadas por energia elétrica que obtêm o oxigênio medicinal a no mínimo 92%, a partir do ar atmosférico através de peneiras moleculares, necessitando de um outro tipo de sistema como reserva.
Nos postos de utilização de oxigênio gerado por usinas concentradoras e localizados nas áreas críticas de consumo, deve haver identificações do percentual de oxigênio.
O sistema deve interromper automaticamente o funcionamento da usina quando o teor do oxigênio na mistura for inferior a 92%. O sistema reserva deve entrar em funcionamento automaticamente, em qualquer instante em que a usina processadora interrompa sua produção.
7.3.3.2. Ar comprimido (FA)
SISTEMAS DE ABASTECIMENTO
b) Ar medicinal comprimido:
..................
A central de suprimento com compressores de ar deve possuir filtros ou dispositivos de purificação, ou ambos quando necessário para produzir o ar medicinal com os seguintes limites máximos poluentes toleráveis:
- N2: Balanço
- O2: 20,4 a 21,4% v/v de Oxigênio
- CO: 5 ppm máx.;
- CO2: 500 ppm máx. v/v;
- SO2: 1 ppm máx. v/v;
- NOx: 2 ppm máx. v/v;
- Óleos e partículas sólidas: 0,1 mg/m máx.
- Vapor de água: 67 ppm máx. v/v ( Ponto de orvalho: - 45,5º C, referido a pressão atmosférica).
c) Ar medicinal comprimido sintético:
...................
A central de suprimento com dispositivo especial de mistura-ar medicinal comprimido sintético, deverá atender as seguintes características:
- N2: Balanço
- O2: 19,5 a 23,5% v/v de Oxigênio
- CO: 5 ppm máx.;
- CO2: 500 ppm máx. v/v;
- SO2: 1 ppm máx. v/v;
- NOx: 2 ppm máx. v/v;
- Óleos e partículas sólidas: 0,1 mg/m máx.
- Vapor de água: 67 ppm máx. v/v ( Ponto de orvalho: - 45,5º C, referido a pressão atmosférica).
7.3.4. VÁCUO (FV)
.......................
Devem ser instalados em paralelo dois filtros bacteriológicos para desinfecção do ar liberado para o ar atmosférico, exceto nos casos de sistemas de vácuo providos de outros sitemas de desinfecção do gás aspirado na rede e a ser exaurido.

8. CONDIÇÕES DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO
8.1 - CRITÉRIOS DE PROJETOS
A. ESTUDO PRELIMINAR
c. 50% dos pacientes não necessitam de ajuda e, portanto, são somados ao restante da população (superfície necessária > 0.5m²/pessoa).
Qualquer setor de risco especial não pode ser interligado como rota de via de escape.
D. INSTALAÇÕES DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO
.....................
A extinção pode ser feita pelos seguintes equipamentos ou suas combinações: extintores móveis (ver NBR 12693) e hidrantes de parede (ver NBR 13714). Chuveiros automáticos para extinção de incêndio não podem ser utilizados em áreas críticas cujo interior possuam pacientes.
E- NORMATIZAÇÃO BRASILEIRA REFERENTE À SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO EM EDIFICAÇÕES URBANAS A SEREM OBSERVADAS.

 

NBR 9441

Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio;

NBR 8674

Execução de sistemas fixos automáticos de proteção contra incêndio com água nebulizada para transformadores e reatores de potência;

NBR 9441

Execução de sistemas de detecção e alarme de incêndio procedimento;

NBR 14432

Exigências resistência ao fogo de elementos construtivos de edificações;

NBR 5628

Componentes construtivos estruturais. Determinação da resistência ao fogo;

NBR 6125

Chuveiros automáticos para extinção de incêndio;

NBR 9077

Saídas de emergência em edifícios;

NBR 11785

Barra antipânico especificação;

NBR 11742

Porta corta fogo para saídas de emergência;

NBR 11711

Portas e vedadores corta fogo com núcleo de madeira para isolamento de riscos em ambientes comerciais e industriais;

NBR 13714

Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndios;

NB 98

Armazenamento e manuseio de líquidos inflamáveis e combustíveis;

NBR 10897

Proteção contra incêndio por chuveiro automático;

NBR 12693

Sistemas de proteção por extintores de incêndio;

NBR 13434

Sinalização de segurança contra incêndio e pânico - Formas, dimensões e cores;

NBR 13435

Sinalização de segurança contra incêndio e pânico;

NBR 13437

Símbolos gráficos para sinalização contra incêndio e pânico; e

NBR 11836

Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

Art. 3º Esta Resolução de Diretoria Colegiada entrará em vigor na data de sua publicação.
 

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Soluções em Radiodiagnostico, Argamassa Baritada Soluções para sua sala de raios x, Vigilância Sanitária, Ministério da Saúde e Legislações, Chassi Radiográfico, Chassi e Écran, Medicina Nuclear, Radioterapia, Acessórios radioterapia, Acessórios radiológicos, Raio X, Raio X Proteção, Aparelho de raio X, Biombo odontológico, biombo hospitalar, biombo para radiação, biombo e visor para radiologia, acelerador nuclear em radiologia, medicina nuclear e radioterapia, produtos controle de qualidade em radiodiagnóstico, levantamento radiométrico, laudos raios x, salas de raio x, manutenção em raio x, raios x, material radioativo, radiação ionizante, barita, argamassa baritada, chassi radiográfico, iee, usp, portaria 453, chumbo, porta de chumbo, manta de chumbo, proteção de chumbo, chumbo material tóxico, composição da barita, rxnet, grx, konex, aparelho de raio x, máquina de raio x, medicina nuclear e tratamentos, departamento radioterapia, unfors, radcal, cardinal, detector de radiação, 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negatoscópio simples, negatoscópio hospitalares de 1 a 8 corpos, negatoscópio de embutir, negatoscópio odontológico, câmara escura, exaustor para câmara escura de raio x, processadora de raio x, filmes para raios x, barita espessura de 1 cm, 1,5 cm e 2,0 cm com assessoria para projetos de barreiras e blindagens, porta raio x, cursos de radiologia, tecnólogo em radiologia, física médica, história da física médica, Apostila de Controle de Qualidade em Radiodiagnóstico Prof. Thomaz Ghilardi Netto, grx Equipamentos Radiológicos Ltda, Carp Consultoria e Assessoria em Radioproteção, Levantamento Radiométrico, Radiação de Fuga em Cabeçote de raios X, controle de qualidade em equipamentos de raios x, dosimetria pessoal, dosímetros, dosimetria ... usuários e padrões, raios x, mamógrafo, tomógrafo, raios x transportáveis Medintronix, Raios X convencional, Medicina Nuclear, Braquioterapia, Cursos Proteção Radiológica Odontológicos, Argamassa Baritada, Barita, Chumbo, Negatoscópio, Porta de Chumbo, Raio X, Proteção Radiológica, Radiologia, Portaria 453, Ministério da Saúde, Vigilância Sanitária, Física Médica, Radiação, Transporte de material radioativo, projeto para consultório odontológico, visor plumbífero, visor de chumbo, visor para raios x, vidro para raios x, biombo com visor plumbífero, biombo odontológico, Universidade, cnen, iee, cdtn, abfm, portarias para construção de salas de raios x, unfors, radcal, nucleartech, medintec, radioterapia, medicina nuclear, proteção radiológica, radioproteção, radiação, barita, argamassa baritada, chumbo, portas de chumbo, operador de raios x,  radiografia, câncer, símbolo de radiação, símbolo de raio x, Como montar uma sala de raios x odontológica e hospitalar, venda de produtos para radiologia, queimaduras e a radiação, colégio brasileiro de radiologia, abfm, associação brasileira de física médica, comissão nacional de energia nuclear, aeroporto, raio x, medicina nuclear, radioterapia, proteção radiológica, cálculo de 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Biosegurança, Protetor de Tireóide, Luva Plumbífera, Paciente, Pacientes, Hospital das Clínicas, Venda, Compra, Negociação, Importação, Produtos de Radioterapia, Site, Sites, Home Page, Doutorado, Orientador, Mestrado, Cursos, Ampola de Raio X, Mão de Obra, Troca, Estudo, Raios X, Matéria, Software, Dosimetria Pessoal, Biombo, Chumbo, Proteção Individual, Distância, Cabo, Móvel, Ensino a Distância, On line, física médica, Radioproteção, Chassi Radiográfico, Mamografia, Radiodiagnóstico, Barita, Portal da Saúde, Saúde Ocupacional, Unfors Instruments, Radioterapia, Lençol de Chumbo, Física Médica, Estudo, Barreiras e Blindagens, Radiação e os Alimentos, Pelotas, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Bahia, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Dabi Atlante, Gnatus, Proteção, Radioterapia, Medicina Nuclear, Produtos, Vendas de Equipamentos para Raios X, Radiação Ionizante, Portal da Saúde, Radiologia, Levantamento Radiométrico, Controle de Qualidade em Radiodiagnóstico, Projeto de Barreiras e Blindagens, Manutenção Raios X, Dosímetros, Cobalto, Césio 137, Urânio, Radioativo, Material, Proteção Radiológica, Física Médica, Equipamentos, Aparelhos Radioterapia, Avental Plumbífero, Portas de Chumbo, Barita, Argamassa Baritada, Fabricante de Raio x, Fabrica de Raio X, Preço de Fábrica, Pós Graduação, Radiação Não Ionizante, Diagnóstico, Falso Positivo, Falso Negativo, Tijolos de Chumbo, Anteparo de Chumbo, Certificação CNEN, IEE, Detector de Radiação, Geiger, Lençol de Chumbo, Radiologia Odontológica, Radiologia Veterinária, Radiologia Hospitalar, Guarulhos, São José dos Campos, Mogi Guaçu, São Bernardo do Campo, Marília, Bauru, Limeira, Campinas, Porto Ferreira, Belo Horizonte, Juiz de Fora, Pirassununga, Unesp, Botucatu, Jaboticabal, Franca, Uberaba, Uberlândia, Espessura em Chumbo, Negatoscópio, Nuclear, Físico Nuclear, ABFM, Ministério da Saúde, Vigilância Sanitária, Inmetro, Proteção Raios X, Aparelho de Raio x, Máquina de Raios X, Dosimetria Pessoal, Levantamento Radiométrico, Controle de Qualidade, Radiação de Fuga, História da Medicina Nuclear, Radioterapia, Clínicas de Radioterapia, Cursos Radioterapia, Cursos Radiologia, Estudo da Medicina Nuclear, Acessórios Radioterapia, Radiologia Hospitalar, Universidade, Radiologista, Operador de Raio x, Técnico de Raios X, Ampola de Raios X, Manutenção, Conserto de Aventais de Chumbo, Reparo de Chassi, Reforma de Chassi, Portaria 453, Saúde Animal, Médico Veterinário, Proteção Raio X Veterinário, Salas de Raios X, Símbolos Necessários para Salas de Raios X, Eventos, Congresso, Nacional, Importado, Radiologia, Equipamentos Radiológicos, Equipamentos Radiação, Aparelho Radiológico, Posicionamento Radiológico,  Tecnólogo em Radiologia, Acessórios para Radiologia, Computação Aplicada a Radiologia, Produção de raio x, Dosímetro, Dosímetros, Dosimetria Pessoal, Saude Prevenção Ministério, Saúde da Mulher,  Profissionais da Saúde, Produtos Hospitalares, Produtos Perigosos, História da Física Médica, 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Melhores Técnicas, Programa de Garantia de Qualidade.